Caminhos...
São tantos caminhos...
Decido!
Bagagens... Para quê,
se levo amor no coração.
Livre, despojada, desapegada sou.
Caminhos comuns me confundem:
Desisto!
Busco o novo...
O imponderável!
Livre, despojada, desapegada vou.
São tantos caminhos...
Uns, abrasados pelo fogo do amor,
outros, reverenciados por folhas outonais;
uns, embaçados por lágrimas de dor,
outros, iluminados por centelhas
vitais.
Íngremes ou brandos caminhos,
não importa!
O que realmente importa
são os passos, a meta... O amor!
E... num repente,
corro riscos, assumo falhas,
acerto passos...
Livre, despojada, desapegada vou:
Sigo em frente!