Finitude
No escuro da noite,
piso a relva macia,
sentindo gotas de orvalho
em solitude companhia...
Vejo a folha
que já foi carvalho,
desprendida,
despedindo-se da vida...
Ouço o silêncio,
ainda que presente,
quase sempre abafado
pelos ruídos da mente...
Sinto a lágrima
que há pouco foi dor
lavar a face, curar a alma
envolvida pelo amor...
Maria Aparecida Giacomini D’Oro
Mais que ver, é preciso olhar; mais que ouvir, é preciso escutar.
Olha, escuta... Sente o pulsar da vida em ti — agora!
Maria Aparecida Giacomini D'Oro
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